
Para quem não tem nenhuma noção de uma parte da história dos EUA, o filme não é uma boa escolha, já que essa pessoa ficaria meio perdida. Foi interessante como conseguiram criar toda uma história fictícia por trás do real. Além de deixar uma curiosidade geral: quem assiste ao filme deve ficar pensando se aquilo poderia ser real, assim como em O Código da Vinci, uma história fictícia que deixa dúvidas se realmente não aconteceu. Fico me perguntando: será que existe mesmo o livro dos presidentes? Será que a mesa do presidente é daquele jeito (como um cofre)? Será que a rainha inglesa tinha realmente algum envolvimento com toda aquela história?
Intrigou-me muito o livro dos presidentes, gostei da parte em que esse estava sendo lido. Além de ficar deslumbrada com a biblioteca do Congresso, realmente fiquei com vontade de conhecer esse lugar!
O filme começa com a Guerra de Secessão norte-americana e a morte de Lincoln. É legal ficar sabendo mais sobre a história dos EUA pelo filme, por exemplo, que antes os estados eram todos independentes e que foi Lincoln que conseguiu uni-los, juntando-os num só país; por defender a união dos estados é que o ex-presidente norte-americano foi assassinado. Em 1 de
Abril de 1865 terminava a guerra civil. Na noite de 14 de abril de 1865, alguns dias após o término da guerra, Lincoln foi assassinado no Teatro Ford, em Washington, D.C., enquanto assistia a uma peça. O sulista John Wilkes Booth, o assassino, um dos actores mais conhecidos da época, desfechou um tiro na cabeça do presidente, que veio a falecer na manhã do dia seguinte. O actor era um defensor da causa sulista na Guerra de Secessão. Enquanto ocupou a Presidência, Lincoln foi duramente criticado, mas, após sua morte, até mesmo seus inimigos elogiaram-lhe a grandeza de espírito e abnegação. É até hoje uma das figuras históricas mais admiradas nos EUA.
Eu gosto dessas coisas de enigmas, pesquisas, lendas, e esse filme tem muito disso. Impressiona-me a capacidade de algumas pessoas decifrarem letras e símbolos antigos, de outras civilizações. Adorei as paisagens mostradas no filme, principalmente o Monte Rushmore e a cidade de ouro no subsolo, por serem diferentes, já que as outras (Paris e Londres) estão bem manjadas. E as cenas de ação foram muito bem feitas, apesar de exageradas, já que destruíram uma parte de Paris só em uma perseguição de carros (e caminhão). Ilógica foi a foto tirada pelo semáforo ter saído perfeita, registrando até mesmo as pessoas no interior do carro, este estava correndo muito e essas fo
tos não são tiradas para serem perfeitas, apenas para se poder ver a placa do carro; mas, no filme, a foto podia ser até ampliada sem maiores deformações! O final foi bem previsível. Era óbvio que algum acontecimento acidental faria com que Ben sobrevivesse e Mitch morresse, afinal, o malvado nunca poderia sair ileso da história.Nicolas Cage sempre se superando, principalmente no charme. E o assistente consegue ser mais bonito do que o próprio Cage.
Considerações finais: fiquei com bastante vontade de ler o tal livro do Riley. E aquele livro dos presidentes me deixou realmente curiosa, também dá vontade de ler, mas não só uma parte, e, sim, tudo...
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